A água do lago nunca é doce (Registo nº 199478)
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| 000 -Etiqueta do registo | |
|---|---|
| Valores | 02138nam 22002173 4500 |
| 010 ## - Número ISBN | |
| ISBN | 978-989-23-6280-9 |
| 021 ## - Número do Depósito Legal | |
| Código do país | Portugal |
| Número | 535 059/24 |
| 100 ## - Dados gerais de processamento | |
| Dados gerais | 20251210d u||y0pory50 ba |
| 200 ## - Titulo e menção de responsabilidade | |
| Título próprio | A água do lago nunca é doce |
| Primeira menção de responsabilidade | Giula Caminito |
| Outras menções de responsabilidade | traduzido do italiano por Vasco Gato |
| 210 ## - Publicação | |
| Local de publicação | Alfragide |
| Nome do editor | Lua de Papel |
| Data de publicação | 2024 |
| 215 ## - Descrição física | |
| Paginação / Volumes | 301, [3] p. |
| Outras indicações físicas | brochado |
| Dimensões | 24 cm |
| 330 ## - Sumário ou Resumo | |
| Texto da nota | Gaia nasce e cresce pobre, ao lado dos marginalizados, dos que não importam, dos que nada têm. Aos seis anos mora num subúrbio problemático de Roma. Partilha uma casa minúscula com a mãe, Antonia, uma ruiva otimista e forte, o pai, que trabalhava nas obras até cair de um andaime e ficar paralítico, e os três irmãos. o mais velho, Mariano, é de um pai diferente, e os gémeos, mais novos, dormem num caixote de cartão.<br/><br/>É com esperança num futuro melhor que a família se muda para um apartamento a trinta quilómetros da capital italiana, perto do lago Bracciano. Mas a nova morada revela-se igualmente hostil para Gaia, que ali se vai fazendo mulher, enfrentando diariamente uma vida que a agride e dececiona - ao ponto de lhe matar a capacidade de sonhar, ou pelo menos de desejar "não ser menos do que ninguém", como a sua mãe insiste em repetir.<br/><br/>Ao contrário de Antonia, que carrega o mundo aos ombros sem nunca esmorecer, Gaia enfrenta a pobreza e a humilhação com sucessivas vagas de ódio - contra tudo e todos, até contra si própria, que a afastam de qualquer hipótese de fuga ou redenção.<br/><br/>Em A Água do Lago Nunca É Doce, finalista do prémio Strega 2021, Giulia Caminito escreve sem rodeios sobre uma realidade incómoda. Num estilo ousado, direto e austero, expõe as hipocrisias da sociedade através de uma protagonista inquietante, cuja fúria parece capaz de rasgar o cenário de águas turvas, onde ela, e muitos outros, anónimos, (ainda) sobrevivem. |
| 606 ## - Nome comum usado como assunto | |
| ID Autoridade | 15 |
| Palavra de ordem | Literatura Italiana |
| 675 ## - CDU | |
| Notação | 821.131.1-3"20" |
| Edição | PT |
| Língua | por |
| 700 ## - Autor principal (pessoa individual) | |
| ID Autoridade | 15328 |
| Apelido | Caminito |
| Nome | Giulia |
| Datas | 1988- |
| 702 ## - Autor secundário (pessoa individual) | |
| ID Autoridade | 5648 |
| Apelido | Gato |
| Nome | Vasco |
| 801 ## - Fonte de origem | |
| País | PT |
| Agência | BMMN |
| Regras de catalogação | RPC |
| 830 ## - Notas gerais do catalogador | |
| Criado por | Ana |
| Indexado por | Ana |
| 990 ## - Elementos KOHA | |
| Tipo de documento | Livro |
| Situação do levantamento | Biblioteca de origem | Código de barras | Cota | Permissão de empréstimo | Tipo de documento | Forma de aquisição |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Biblioteca Municipal de Montemor-o-Novo | 28329 | 821.131.1-3 CAM|LG | Livro | Compra |