A boa sorte / Rosa Montero ; tradução de Helena Pita
Publicação: Porto : Porto Editora, 2021Descrição: 228 p. : brochado ; 23 cmISBN: 978-972-0-03191-4.Resumo: O que leva um homem a descer de um comboio antes do fim da viagem e ir esconder-se numa cidadezinha decadente? Um desejo de recomeço ou a necessidade de acabar de vez com a vida? Pablo, o protagonista em fuga, é conduzido pelo destino a Pozonegro, um antigo centro de extração de carvão que é hoje uma localidade moribunda. No entanto, há humor nesta cidade triste e maldita, porque a vida é feita de alegria. E de segredos, claro. Todos os habitantes de Pozonegro possuem o seu. Alguns são apenas ridículos. Outros, sombrios e muito perigosos. Há gente que finge ser quem não é ou que esconde a sua verdadeira motivação, num intrincado jogo de espelhos; e há também a luminosa, imperfeita e um pouco louca Raluca, que pinta quadros e cuja vida se cruza com a de Pablo. Um romance sobre o bem e o mal, uma radiografia dos anseios humanos – medo e serenidade, culpa e redenção, ódio e desejo –, uma história de um amor terno e febril, A Boa Sorte espelha, sobretudo, um profundo amor à vida. No fim de contas, depois de cada perda, pode haver um recomeço. Porque a sorte só é boa se assim o decidirmos. .Assunto - Nome comum: Literatura Espanhola| Tipo de documento | Biblioteca actual | Cota | Estado | Data de devolução | Código de barras |
|---|---|---|---|---|---|
| Livro | Biblioteca Municipal de Montemor-o-Novo | 821.134.2-3 MON|LG (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Emprestado | 04/30/2026 | 28236 |
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| 821.134.2-3 MOL|LG A Nina | 821.134.2-3 MON|LG Amantes e enimigos | 821.134.2-3 MON|LG História do rei transparente | 821.134.2-3 MON|LG A boa sorte | 821.134.2-3 MOR|DEP Os plátanos de Barcelona | 821.134.2-3 MOR|LG Invisível | 821.134.2-3 MOY|LG Cinzas de Abril |
prémio nacional as letras espanholas
O que leva um homem a descer de um comboio antes do fim da viagem e ir esconder-se numa cidadezinha decadente? Um desejo de recomeço ou a necessidade de acabar de vez com a vida?
Pablo, o protagonista em fuga, é conduzido pelo destino a Pozonegro, um antigo centro de extração de carvão que é hoje uma localidade moribunda.
No entanto, há humor nesta cidade triste e maldita, porque a vida é feita de alegria. E de segredos, claro. Todos os habitantes de Pozonegro possuem o seu. Alguns são apenas ridículos. Outros, sombrios e muito perigosos. Há gente que finge ser quem não é ou que esconde a sua verdadeira motivação, num intrincado jogo de espelhos; e há também a luminosa, imperfeita e um pouco louca Raluca, que pinta quadros e cuja vida se cruza com a de Pablo.
Um romance sobre o bem e o mal, uma radiografia dos anseios humanos – medo e serenidade, culpa e redenção, ódio e desejo –, uma história de um amor terno e febril, A Boa Sorte espelha, sobretudo, um profundo amor à vida. No fim de contas, depois de cada perda, pode haver um recomeço. Porque a sorte só é boa se assim o decidirmos.
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