Origami : ficções do eu / José Gardeazabal

Autor principal: Gardeazabal, José , 1966-Menção da edição: Publicação: Lisboa : Companhia das letras, 2024Descrição: 138, [3] p. : brochado ; 23 cmISBN: 978-989-583-219-4.Resumo: Neste romance, somos conduzidos por caminhos que divergem, que se cruzam e voltam a separar-se, e que confluem num território partilhado entre narrador e leitor, como num jogo de espelhos: Origami é uma história de família e de desencontros emocionais, ao mesmo tempo que é a narrativa de autodescoberta de um rapaz em busca de si mesmo e do seu lugar, numa trama que se desdobra ainda em retrato social, em crónica da contemporaneidade, em quebra-cabeças de um crime, em radiografia do fim dos tempos. Servindo-se do tom despojado a que o autor nos vem habituando — ora ácido, ora melancólico —, Origami fala-nos da solidão acompanhada, essa grande doença do século, mas também nos confronta com o incomensurável drama coletivo das migrações. Pelo meio, há um misterioso homicídio para resolver. Ao dirigir a luz para lugares quase sempre cheios de sombra, este é um livro inesperadamente libertador..Assunto - Nome comum: 6
Etiquetas desta biblioteca: Sem etiquetas desta biblioteca para este título. Iniciar sessão para acrescentar etiquetas.
Pontuação
    Classificação média: 0.0 (0 votos)
Exemplares
Tipo de documento Biblioteca actual Cota Estado Data de devolução Código de barras
Livro
821.134.3-3 GAR|LG (Ver prateleira(Abre abaixo)) Disponível 28279

Neste romance, somos conduzidos por caminhos que divergem, que se cruzam e voltam a separar-se, e que confluem num território partilhado entre narrador e leitor, como num jogo de espelhos: Origami é uma história de família e de desencontros emocionais, ao mesmo tempo que é a narrativa de autodescoberta de um rapaz em busca de si mesmo e do seu lugar, numa trama que se desdobra ainda em retrato social, em crónica da contemporaneidade, em quebra-cabeças de um crime, em radiografia do fim dos tempos.

Servindo-se do tom despojado a que o autor nos vem habituando — ora ácido, ora melancólico —, Origami fala-nos da solidão acompanhada, essa grande doença do século, mas também nos confronta com o incomensurável drama coletivo das migrações. Pelo meio, há um misterioso homicídio para resolver. Ao dirigir a luz para lugares quase sempre cheios de sombra, este é um livro inesperadamente libertador.

Não há comentários disponíveis sobre este título.

para publicar um comentário.

Powered by Koha