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| 090 | _a199391 | ||
| 100 | _a20251204d u||y0pory50 ba | ||
| 200 |
_aA boa sorte _fRosa Montero _gtradução de Helena Pita |
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| 210 |
_aPorto _cPorto Editora _d2021 |
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| 215 |
_a228 p. _cbrochado _d23 cm |
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| 300 | _aprémio nacional as letras espanholas | ||
| 330 | _aO que leva um homem a descer de um comboio antes do fim da viagem e ir esconder-se numa cidadezinha decadente? Um desejo de recomeço ou a necessidade de acabar de vez com a vida? Pablo, o protagonista em fuga, é conduzido pelo destino a Pozonegro, um antigo centro de extração de carvão que é hoje uma localidade moribunda. No entanto, há humor nesta cidade triste e maldita, porque a vida é feita de alegria. E de segredos, claro. Todos os habitantes de Pozonegro possuem o seu. Alguns são apenas ridículos. Outros, sombrios e muito perigosos. Há gente que finge ser quem não é ou que esconde a sua verdadeira motivação, num intrincado jogo de espelhos; e há também a luminosa, imperfeita e um pouco louca Raluca, que pinta quadros e cuja vida se cruza com a de Pablo. Um romance sobre o bem e o mal, uma radiografia dos anseios humanos – medo e serenidade, culpa e redenção, ódio e desejo –, uma história de um amor terno e febril, A Boa Sorte espelha, sobretudo, um profundo amor à vida. No fim de contas, depois de cada perda, pode haver um recomeço. Porque a sorte só é boa se assim o decidirmos. | ||
| 606 |
_98 _aLiteratura Espanhola |
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| 675 |
_a821.134.2-3 _vPT _zpor |
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| 700 |
_92061 _aMontero _bRosa _f1951- |
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| 801 |
_aPT _bBMMN _gRPC |
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| 830 |
_cFernando _fFernando |
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| 990 | _cLIVROS | ||