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| 200 |
_a10 minutos e 38 segundos neste mundo estranho _fElif Shafak _gtradução de Maria João Freire de Andrade |
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| 205 | _a2ª | ||
| 210 |
_aLisboa _cEditorial Presença _d2020 |
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| 215 |
_a374 p. _cbrochado _d23 cm |
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| 225 |
_aGrandes narrativas _v735 |
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| 330 | _aSinopse No primeiro minuto que se seguiu à sua morte, a consciência de Leila Tequila começou a abrandar, lenta e firmemente, como uma maré a recuar para a costa. As suas células cerebrais, tendo ficado sem sangue, estavam agora completamente privadas de oxigénio. Mas ainda não se tinham desligado. Não de imediato. Uma última reserva de energia ativara inúmeros neurónios, ligando-os como se fosse a primeira vez. Embora o coração tivesse parado de bater, o cérebro estava a resistir, um combatente até ao fim... Para Leila, cada minuto após a sua morte traz consigo uma recordação sensual: o sabor do guisado da cabra sacrificada pelo pai, para celebrar o nascimento de um filho há muito esperado; a visão de panelões borbulhantes com uma mistura de limão e açúcar, que as mulheres usam para depilarem as pernas, enquanto os homens se encontram na mesquita; o aroma a café de cardamomo que Leila partilha com o estudante atraente, no bordel onde trabalha. Cada recordação também traz consigo os amigos que fez em cada momento importante da sua vida - amigos que agora estão desesperados para a tentar encontrar... | ||
| 606 |
_97 _aLiteratura Francesa |
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| 675 |
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| 990 | _cLIVROS | ||