| 000 | 01510nam 22002173 4500 | ||
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| 090 | _a199430 | ||
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| 200 |
_aOrigami _eficções do eu _fJosé Gardeazabal |
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| 205 | _a1ª | ||
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_aLisboa _cCompanhia das letras _d2024 |
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| 215 |
_a138, [3] p. _cbrochado _d23 cm |
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| 330 | _aNeste romance, somos conduzidos por caminhos que divergem, que se cruzam e voltam a separar-se, e que confluem num território partilhado entre narrador e leitor, como num jogo de espelhos: Origami é uma história de família e de desencontros emocionais, ao mesmo tempo que é a narrativa de autodescoberta de um rapaz em busca de si mesmo e do seu lugar, numa trama que se desdobra ainda em retrato social, em crónica da contemporaneidade, em quebra-cabeças de um crime, em radiografia do fim dos tempos. Servindo-se do tom despojado a que o autor nos vem habituando — ora ácido, ora melancólico —, Origami fala-nos da solidão acompanhada, essa grande doença do século, mas também nos confronta com o incomensurável drama coletivo das migrações. Pelo meio, há um misterioso homicídio para resolver. Ao dirigir a luz para lugares quase sempre cheios de sombra, este é um livro inesperadamente libertador. | ||
| 606 |
_aLiteratura Portuguesa _96 |
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