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| 021 |
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| 200 |
_aNós, as indecentes _etodas as mulheres, em algum momento, já se sentiram culpadas por existir. _fJoana Dias |
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| 205 | _a1ª | ||
| 210 |
_aAlfragide _cOficina do Livro _d2024 |
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| 215 |
_a262 p. _cbrochado _d24 cm |
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| 317 | _aOferta da Leya (Comboio Literário) | ||
| 330 | _aA roupa que vestes, a forma como falas e danças e dizes ao mundo que podes ser perigosa. Porque as mulheres são bem mais do que criaturas que se querem belas e recatadas, fadas do lar que devem fazer sexo com fervor, mas elegância, sem gritos nem prazer. Que vergonha! Nós, as Indecentes conta a história de uma mulher que cresceu convencida de nunca ser suficientemente bonita, inteligente, espirituosa, coquete, boa amante - boa em tudo, boa em qualquer coisa. a sua caminhada é um espelho de muitos percursos femininos. É nossa. Porque é difícil nunca termos sentido algo semelhante, nalgum momento da vida. A educação num asfixiante colégio de freiras, o seu corpo que é alvo de riso e ostracismo, a necessidade urgente de encontrar um amor redentor, todos esses passos acabam por conduzi-la a um calvário inevitável, onde a amizade é sempre o abraço salvador. Após um somatório de relações tóxicas, e uma que quase lhe custa a vida, a protagonista desta história percebe que o seu carrasco é apenas um: ela própria. Será capaz de o enfrentar? Um hino à vida e ao direito de a vivermos como quisermos. Porque sim. | ||
| 606 |
_96 _aLiteratura Portuguesa |
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